quinta-feira, 13 de outubro de 2011
A capacidade de adaptação
a um páis que se afunda, que afundamos, que deixamos afundar. Hoje ouvi o comunicado do primeiro-ministro e senti-me desiludida e revoltada. Não soubemos reagir em tempo útil, não soubemos gerir o dinheiro que nos foi dado, quando era tempo de. Não soubemos produzir e crescer. Soubemos e sabemos eleger e valorizar líderes medíocres. As eleições da semana passada na Madeira deixaram-me profundamente triste. Não quero acreditar num povo que nesta situação, com todas as medidas de austeridade, e face aos milhões mal geridos, a obra feita sabe-se lá porquê, a pobreza latente, as declarações arrogantes e ingratas de alguém que recebe dinheiro de um estado que despreza, e que eu e os restantes temos de pagar e sofrer as consequências de toda esta situação. Estavamos mal, estamos um pouco piorar e tenho a certeza que não ficamos por aqui. A situação pode e vai piorar. E gosto sobretudo de medidas como o aumento do horário de trabalho diário em meia hora, mesmo que isso não aumente a produtividade, sim, porque isso é de facto mais importante do que mudar mentalidades, reformular a forma de gestão e o modus operandi, tornarmo-nos eficazes e não eficientes.
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